Ku Klux Kan e Bolsonaro, uma proximidade oportuna.

David Duke, lider da Ku Klux Kan, conseguiu uma proeza: fazer com quem os eleitores de Bolsonaro e Haddad concordem com as palavras de uma mesma pessoa.

Segundo Duke, para que não restem dúvidas sobre o caráter do homem que os eleitores do mito estão prestes a escolher como Presidente da República, Bolsonaro, por tudo que faz, diz, pensa e parece, é alguem digno de integrar o grupo racista Ku Klux Klan (saiba mais sobre ela aqui https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-foi-a-ku-klux-klan-ela-ainda-existe/) e olha que isso não é pouca coisa em matéria de desqualificação pessoal.


Ser parte da Ku Klux Klan é quase como ganhar o Prêmio Nobel da Tragédia Humana, um ISO 9001 de desrespeito a civilização.

David Duke ainda aproveitou a declaração para estender uma esteira ideológica aos fãs do mito, uma espécie de conforto espiritual a fim de resolver um dilema que os atormenta desde sempre: afinal de contas, se Mandela foi um politico submetido a um processo judicial, julgado, condenado, sentenciado e preso, como reconhecer isso e não equiparar Mandela a Lula, outro lider politico tambem julgado, condenado e preso?

A fim de deixar os fãs do mito em paz com sua consciência e poderem equiparar sem medo os dois outros mitos (verdadeiros) da humanidade, Duke da a deixa: Mandela não passa de um criminoso, um apenado. Ponto.

Pode comparar: Bolsonaro a Ku Klux Klan. Lula a Mandela.

Eleitores da esquerda e direita hão de concordar que eles tem tudo a ver.
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45874344?ocid=socialflow_twitter

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