Pelos mais pobres e contra o retrocesso

738234_10151238329738178_1465443418_oA despeito da eterna dificuldades de alguns em compreender e/ou manter um dialogo mais extenso do que um mero “Vai pra Cuba que te pariu, Petralha”: reconhecer os feitos, as realizações e significativas mudanças estruturais empreendidas pelo lulopetismo não implica numa defesa acrítica do PT, não significa posicionamento incondicional a favor do Governo Dilma e muito menos a santificação da pessoa física de Luís Inácio Lula da Silva.

Sim, eu sei que parece complexo, ininteligível ou incoerente (aliás, dos inúmeros defeitos que tenho, graças a Deus não carrego o defeito da coerencia imobilizadora e rogo pra continuar assim, aprendendo, me corrigindo e sempre mudando de posição sem neuras, quando achar justificável), mas ficar ao lado de um projeto de poder em essência revolucionário nao me obriga a perder o sono por causa dos infortúnios dos companheiros petistas.

Defender com unhas e dentes os quatro anos de mandato presidencial não me obriga a elogiar, gostar ou fingir que Dilma II é algo diferente do mais absoluto fracasso.

Ficar ao lado de Lula e pedir respeito ao Estado democrático de Direito não fecha meus olhos para os potenciais aspectos éticos, morais e legais de muitas condutas abomináveis, porém tão comuns no dia-a-dia da política.

O silêncio, a ausência de disposição para o confronto, a postura aparentemente insólita de muitos como eu, que um dia saíram de cima do muro e reconheceram os impactos sociais empreendidos por que tinha tudo pra ser tragado pelas complexas artimanhas do poder, não significa medo de defender um lado supostamente errado nem vergonha de ser visto como um petralha. Não.

Esta é apenas uma solitária forma de nao disseminar ainda mais o avanço sem razão de tanto odio e separatismo no nosso Brasil.

Nunca falta de vontade ou argumentos para defender as realizações do mais impactante governo presidencialista na vida brasileira nos últimos 60 anos.

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