18 nov, 2018

Uma homenagem a Aécio Neves, o ‘gentleman’ da nova república

Aécio ergue o dedo e chama Luciana Genro de “leviana”

Rio de Janeiro: Os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Luciana Genro (Psol) voltaram a protagonizar momento de tensão no último debate entre os presidenciáveis antes do primeiro turno da eleição, promovido ontem à noite pela TV Globo. Chamado de “fanático das privatizações e da corrupção” pela candidata do Psol, o tucano levantou o dedo e chamou a adversária de “leviana” e despreparada para disputar a Presidência. “Você não levanta o dedo pra mim”, repreendeu a ex-deputada. Há duas semanas, os dois se estranharam no debate da CNBB.

A discussão dessa quinta-feira ocorreu no primeiro bloco do programa, que permitia aos presidenciáveis a escolha do tema e do oponente para fazer a pergunta. Depois de chamar Aécio ao púlpito, ela disse que o tucano e a presidente Dilma (PT) eram o “sujo falando do mal lavado”.

“Tu acusa de corrupção o governo do PT, só que tu tinha (sic) de ter vergonha de falar de corrupção do PT, porque a privataria tucana, quando vocês privatizaram tudo no Brasil, foi um grande escândalo”, afirmou a candidata após atacar a falta de coerência dos petistas em relação às críticas que o partido dirige às privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso.

Aécio chama Dilma de leviana e é acusado de nepotismo em debate na TV

SÃO PAULO – O primeiro debate presidencial do segundo turno foi marcado por troca de acusações entre a presidente Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves, principalmente quando o tema corrupção foi abordado no final do segundo bloco do encontro promovido pela TV Bandeirantes, nesta terça-feira.

Em um dos momentos mais tensos, Aécio acusou sua adversária de “estar sendo leviana” ao dizer que o tucano entregou a um tio as chaves do aeroporto de Cláudio (MG), construído pelo governo de Minas Gerais. Em seguida, Aécio afirmou que o governo atual “virou um mar de lama”, em referência às denúncias de pagamento de propinas em obras realizadas pela Petrobras, investigação feita pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato. Dilma reagiu e acusou o tucano de praticar o nepotismo, ao nomear parentes para cargos públicos, sem citar quais.

 

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